domingo, 27 de fevereiro de 2011

E até o último dia de minha vida, não desistirei de ser feliz. E feliz é aquele que faz bem a si mesmo e aos outros. Que sabe que tem defeitos, mas que não são maiores que os de ninguém. Que sabe que possuiu qualidades, mas não são maiores que as de ninguém.

Não serei mais meu próprio inimigo.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011


O vento batendo em mim, me acaricando.
A visão da cidade mudando, um sorriso se abrindo.
As pernas ficando um pouquinho mais fortes. (ninguém é de ferro...)

O coração acelerado com medo dos carros em volta.


quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Hoje foi (até agora) um dia em que estou demorando pra aceitar o fato de estar neste mundo, neste tempo, neste lugar.
Meu espírito demorou pra se lembrar a aceitar.
Ainda estou tentando.
Queria muito compor algo agora nesse momento;

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

A lua brilha forte lá de trás do morro. As resoluções vão tomando forma.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Cena Naturalista nº 3

Eu subindo a ladeira.
Uma mulher animada, ao lado do marido tímido, sobe também. Vê um senhor conhecido na sacada.
- ô meu pão! Bom dia, meu pão! Como vai, meu pão?
O velho responde com sorrisos e tchauzinhos. Eles se conhecem.
A mulher fala pra amiga que também sobe junto a ladeira:
- Conhece o meu pão, amiga? É meu pão murcho.



segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

ainda sou um inconstante...
sou fera-ferida...
sou bicho arredio.

sou do mato, sabia? cresci escondido, afastado...

mas não sou de atacar. tô a fim de paz.
tô a fim de ficar assim, de boa...

na paz


sábado, 15 de janeiro de 2011

filmes

primeiro foi o reencontro...
e andamos por aquela terra de arranha-céus, andamos muito por aquela terra.
Fomos ao Ibirapuera.
Sentados ali, no meio do mato, no meio das árvores, conversamos um bocado.
Tentando atualizar nossa amizade. Nos re-conhecer.
E eu tentando dar conselhos, como sempre.
Esse meu amigo de ir ao mercado junto, de rir junto, amigo de caminhar rindo pela rua.

depois foi a aventura...
ir naquele lugar perigoso. o frio na barriga. o medo.
e voltar mais uma vez rindo. de nós mesmos. dos outros. da vida.

começamos então nosso filme. Assim, quase de brincadeira.
E entre nossos risos, risos da vida, risos de tudo, a poesia ia surgindo.

No segundo dia de filmagem saímos pela grande cidade que nos esperava lá fora.
caminhando e filmando
tomando suco de melancia e filmando
no metrô e filmando
colocando o salto e filmando
rindo sempre